Sinopse:

Uma mistura violenta e frenética de William Gibson, cinema japonês, policial negro e Blade Runner. 

No século XXV é difícil morrer para sempre. Os humanos têm um stack implantado nos corpos onde a sua consciência é armazenada, podendo fazer download para um novo corpo sempre que necessário. Quando o multimilionário Laurens Bancroft contrata Takeshi Kovacs para descobrir quem assassinou o seu último corpo, o caso parece bicudo: a polícia diz que foi suicídio, Bancroft tem a certeza que não.

A consciência de Kovacs, cujo último corpo acabara de ter uma morte violenta, é inserida no corpo de um polícia para investigar o caso. E, para o resolver, Kovacs terá de destruir inimigos do passado e lidar com a atracção por Kristin Ortega, a mulher que amava o corpo onde ele agora se encontra.

Num mundo onde a tecnologia oferece o que a religião apenas promete, onde os interrogatórios em realidade virtual significam que se pode ser torturado até à morte e depois recomeçar de novo, e onde existe um mercado negro de corpos, Kovacs sabe que a última bala que lhe desfez o peito é apenas o começo dos seus problemas…

Críticas:
"A união perfeita de cyberpunk e histórias de detectives num romance fabuloso."
-London Times


"Uma ideia deslumbrante... tão intrigante quando revolucionária, que não nos larga até à última página."
-Peter Hamilton

"Quem não gosta de ficção científia vai passar a gostar."
-Amazon.com.uk

"Misture um excelente policial com um futuro de cortar a respiração; adicione personagens cativantes, diálogos inteligentes e agite com muita violência. depois sirva frio, como a vingança."
-Ken Macleod
Para alguém muito especial: de um filho, para o seu pai


Sinopse:
Este é o livro que qualquer filho quer dar ao seu pai: Não Me Esqueço, Pai! A prenda que lhe podem dar no dia de aniversário, no dia do Pai, mas também em todo e qualquer dia. É um livro íntimo, com 50 situações que qualquer rapaz já viveu com o seu pai. É um livro de evocação sentimental, profunda e ternamente nostálgico. Bonito e discreto como o amor que junta pai e filho. Começa assim:

«Pai, ofereço-te este livro. É um grão de areia comparado com a vida que tu me ofereceste até hoje. Cuidaste de mim, alimentaste-me, ensinaste-me, levaste-me pela mão, carregaste-me às cavalitas. Bem sei que cresci e que já não dizes aos teus amigos “o miúdo”, quando falas de mim. “O miúdo” é coisa que já só dizes à mãe, em segredo e baixinho. Com este livro, venho eu dizer-te como, ao pé de ti, me sinto e me quero sentir para toda a vida “o miúdo”.
Quando sou “o miúdo”, o teu miúdo, fico de peito cheio, pai. Tomam conta de mim todas as memórias que, desde que me lembro, tenho de ti. E eu lembro-me de quase tudo, de me pegares ao colo, de me levantares no ar, de me fazeres cócegas, mas também de me ensinares a ler, de me contares histórias, de me levares a ver o mar, florestas, rios, de me teres ensinado a abrir o motor de um carro, a mudar um pneu, a fazer a barba, a fazer o nó de uma gravata e de, qual gravata, qual nada, me levares a ver a bola e beberes comigo umas valentes imperiais como se fossemos os melhores amigos.
És o meu melhor amigo. Ensinaste-me o caminho da razão, da sensatez, ensinaste-me a ter orgulho em fazer o bem. Obrigado, pai, por, como num filme, me teres posto na vida do lado dos bons.»

Às palavras juntam-se 50 fotografias num tom sépia, iguais às fotografias de um velho álbum de família. 


Este mês de Fevereiro e com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar de "O Diário Secreto de Hendrick Groen aos 83 anos e ¼" de Hendrik Groen
 para oferecer em passatempo aqui na rubrica de Fevereiro




Sinopse:
Hendrik Groen pode estar velho, mas ainda muito longe de estar morto, e espera não ser enterrado tão cedo.
Os seus passeios são cada vez mais curtos porque as pernas começam a dar de si, e as suas idas ao médico são agora mais frequentes do que ele gostaria. Hendrik está velho, mas quem disse que tem de viver confinado ao lar para idosos perto de Amesterdão esperando que a morte chegue? Quando o Ano Novo começa, decide escrever o seu diário...

O Diário Secreto de Hendrick Groen aos 83 anos e ¼ é um romance inspirador que se tornou um fenómeno literário em todo o mundo. Ao chegar à última página, será difícil ao leitor, de qualquer idade, despedir-se de um personagem tão encantador e divertido.


Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por cá estamos a ler...

E vocês, o que andam a ler??




Sinopse:
Agatha Christie encontra-se em Londres para reunir com o seu agente literário. Está perturbada ao subir para o comboio, pois descobriu recentemente que o marido lhe é infiel. Um toque nas costas fá-la desequilibrar-se, mas é rapidamente ajudada por alguém. Porém, não se trata de um anjo da guarda mas sim de um chantagista manipulador da pior espécie... e os acontecimentos que se seguem são verdadeiramente aterradores. Escrever sobre homicídios é bem diferente de cometê-los, e Agatha Christie terá de recorrer ao seu aguçado engenho para impedir que o seu adversário consiga o que pretende: que ela cometa um crime por ele.

No dia 3 de dezembro de 1926, Agatha Christie desapareceu, reaparecendo apenas dez dias depois. A Rainha do Crime recusou falar sobre isso e o mistério nunca foi desvendado. Até aos dias de hoje ninguém sabe o que – ou melhor, quem – terá sido a causa do seu desaparecimento...

Cruzando ficção e realidade, Andrew Wilson inspirou-se nesse enigma da vida real e transformou-o num empolgante e negro policial. Em Talento Para Matar, Agatha Christie passa de autora a protagonista de um mistério que em nada fica atrás da sua melhor ficção.


Sinopse:
O Meu PAI é o melhor.
Tenho a certeza que, para ti, o Teu PAI também é o melhor.
Para todos nós, o Nosso PAI é único, especial e o mais querido de todos. 
Quer seja bombeiro ou domador, futebolista ou agricultor, banqueiro ou professor, informático ou pintor, o PAI é aquele que está sempre presente, que tem uma solução para tudo, uma brincadeira para nos animar e uma palavra amiga com que nos brindar.

PAI, QUERIDO PAI é uma homenagem ao meu, ao teu e a TODOS os PAIS deste mundo.
O Filho de Noé é um romance curto e belo, um estilo a que Eric-Emmanuel Schmitt já nos habituou.


Sinopse:
1942. Auge da Segunda Guerra Mundial. As rusgas começam. O pequeno Joseph, de sete anos, judeu, é afastado dos pais para conseguir sobreviver. Aprende a ocultar o seu nome, a sua história, os seus sentimentos. Escondido num orfanato católico, vai crescer acompanhado por um sacerdote, o padre Pons, um homem simples que se empenhará em manter viva a cultura judaica e em transmiti-la às crianças. Num universo à primeira vista cristão, o padre Pons instalou uma sinagoga secreta. Tal como Noé, o padre decidiu salvar a humanidade. Apesar daquilo que é. Uma vez restabelecida a paz, o que irá ser destas crianças com esta dupla identidade.


Para mais informações procurar aqui.



Os Meninos que Enganavam os Nazis é uma história verídica. A luta pela sobrevivência contada por um menino judeu na França ocupada pelos nazis. 


Sinopse:
1941, Paris é uma cidade ocupada pelos exércitos nazis. O poder de Hitler controla a França; as perseguições e o medo pairam por todo o país. Joffo, um respeitado barbeiro judeu, decide dispersar a sua família de forma a evitar o destino cruel que os espera a todos. Depois da fuga dos filhos mais velhos, perante o perigo sempre à espreita, Joseph, de apenas dez anos, e Maurice, de doze, deixam também a capital, entregues a si próprios, para tentarem escapar à brutalidade e à morte. Uma impressionante história autobiográfica, narrada pelo irmão mais novo, cuja espontaneidade, ternura e humor comprovam o triunfo da amizade, da generosidade, do espírito de entreajuda.


Opinião:
Nesta obra temos o relato das memórias de Joseph Joffo (tinha ele dez anos) durante o período da ocupação nazi em França. Joseph vive em Paris e tem uma infância feliz, até ao dia que é obrigado a usar uma estrela amarela no peito do casaco e na escola é mal tratado por alguns colegas, pelo simples facto de ser judeu. Até à data Joseph nem sabia o que era um Judeu. Foi no decorrer destes acontecimentos, sentindo que os filhos corriam perigo, que os pais resolveram fazer a mala de Joseph e do seu irmão Maurice (de 12 anos) e se separaram. Sozinhos e com algum dinheiro no bolso, estes dois meninos foram se tornando cada vez mais perspicazes e foram ultrapassando os vários obstáculos até chegarem a Nice, onde se encontravam os seus irmãos mais velhos.  
Mas a história não termina aqui, muito ainda tiveram de passar para sobreviver.
Durante todo o percurso que fizeram e nas mais diversas situações até à libertação de França, conheceram diversas pessoas (nazis e não só), desde as que os desconheciam e sem os meninos pedirem os ajudavam, como passaram por pessoas que mesmo não os conhecendo odiavam-nos a eles e a todos os outros, eram pessoas que só tinham ódio no coração. O pequeno Joseph e o seu irmão Maurice perderam a sua infância e tiveram de rapidamente crescer e serem perspicazes e adaptar-se às circunstâncias, tiveram de negar até ao fim as suas origens, para sobreviverem.
Este livro lê-se em três tempos, tal é a empolgação que ficamos por saber o que vai acontecer de seguida. Tem momentos que nos faz rir, mas tem muitos em que ficamos de coração apertado e lágrima no olho. Uma obra, em que os acontecimentos dessa época são vistos e descritos, pelos olhos inocentes e o coração puro de uma criança. Um livro de uma grande beleza.

Retiro um parágrafo do texto que me tocou bastante… Porque as crianças são mais fortes do que muitas vezes nós adultos pensamos e conseguem lutar até ao fim, mas nunca ninguém lhes deveria tirar o que têm de mais precioso, a alegria de viver a sua infância, na sua inocência e ao lado da sua família.

"Até agora penso ter acreditado sair da guerra ileso, mas poderei estar muito enganado. Não me tiraram a vida, mas foi pior. Roubaram-me a infância. Mataram dentro de mim o menino que eu podia ter sido... Ter-me-ei tornado demasiado áspero, demasiado cruel. Quando prenderam o meu pai, eu nem sequer chorei. Um ano antes não teria aguentado."


Para mais informações passem por aqui.


Com textos de Julian Gough (autor do final de Minecraft, o jogo de computador mais famoso de sempre e com ilustrações do multipremiado Jim Field, as aventuras de O Coelho e o Urso vão encantar leitores de todas as idades. Mas Que Coelho Esquisito! e O Pica-Pau Barulhento! são dois livros hilariantes e ternurentos, sobre dois amigos improváveis: o Coelho mal-humorado e refilão e o Urso doce e bondoso. Duas histórias que promovem valores fundamentais como a autoestima, a amizade e o positivismo.

Sinopse:
O Coelho e o Urso - Mas Que Coelho Esquisito!
O Urso nunca fez um boneco de neve. O Coelho muito menos, mas ele é tão teimoso que quer, porque quer, fazer um boneco maior e melhor que o do Urso. Só que o Coelho não contava com a chegada de uma avalancha nem com o Lobo esfomeado a correr na sua direção. O Coelho vai perceber que não ganha nada em ser maldisposto e que, para o bem e para o mal, não há nada como ter os amigos por perto.

O Coelho e o Urso : O Pica-pau Barulhento!
No topo da grande árvore, um Pica-pau constrói o seu ninho. Só que ele é muito barulhento e está a deixar o Coelho à beira de um ataque de nervos. O Urso percebe que, se não fizer alguma coisa, o seu amigo orelhudo vai enlouquecer! Então, mesmo com o Coelho a resmungar, o Urso leva-o até junto do Pica-pau. E é incrível como tudo se torna mais sereno quando vemos o mundo de uma perspectiva diferente.

Críticas:
«Livros simplesmente encantadores!» - The Guardian
«Um humor delicioso que nos cativa logo na primeira página!» - The Guardian
«Ninguém consegue não gostar destas histórias maravilhosamente ilustradas.» - Sunday Business Post
«É uma leitura emocionante, muito educacional e, sobretudo, divertida, muito divertida» - Waterstones

Autores:
Julian Gough é escritor, dramaturgo, poeta, músico e guionista. Nasceu em Londres, cresceu numa cidade irlandesa e agora vive em Berlim. Foi ele quem escreveu o final para o Minecraft, o jogo de computador mais famoso de sempre. Adora beber café! Descobre mais em: http://www.juliangough.com/

Jim Field é um ilustrador multipremiado. É designer de personagens animadas e diretor de animação. Trabalhou em Londres durante muito tempo e, agora, vive em Paris. Adora tocar guitarra e beber café. Descobre mais em: http://www.jimfield.co.uk/


Sinopse:
Ambientado entre Rabat e Roma, A Filha coloca-nos perante uma perturbante história familiar, em que a relação entre Giorgio e a sua filha Maria oculta um segredo inconfessável. A narrar tudo na primeira pessoa está, porém, a mulher e mãe Silvia, cuja paixão pelo marido a torna incapaz de reconhecer a doença de que este sofre.

Enquanto observamos Maria, que não dorme durante a noite e renuncia à escola e às amizades, revoltar-se continuamente contra a mãe e crescer dentro de um ambiente de dor e de suspeita, vamos pouco a pouco descobrindo a subtil trama psicológica dos acontecimentos e compreendendo a culposa incapacidade dos adultos em defender as fragilidades e as fraquezas dos filhos.

Quando, após a misteriosa morte de Giorgio, mãe e filha se mudam para Roma, Silvia apaixona-se por Antonio, e o almoço que organiza para apresentar o novo companheiro à filha despertará antigos dramas: Será Maria de facto inocente, será realmente a vítima da relação com o seu pai? Então, porque tenta seduzir Antonio sob os olhares humilhados da mãe? E seria a própria Silvia verdadeiramente desconhecedora do que Giorgio impunha à filha?

Um livro que põe em causa todas as nossas certezas: as vítimas são ao mesmo tempo algozes e os inocentes são também culpados.


Autor:
Anna Giurickovic Dato nasceu em Catânia (Sicília), em 1989, e vive em Roma. Em 2012, o seu conto Polimena, Polimena obteve o primeiro lugar no concurso Io, Massenzio no decorrer do Festival Internacional das Literaturas de Roma. 
Em 2013, foi finalista do Prémio Chiara Giovani com o conto Ogni pezzo di sé. A Filha, selecionado para o Prémio Strega e muito aclamado pela crítica e pelos leitores, é o seu primeiro romance.

Yoga lúdico para crianças, uma forma divertida de crescer saudável e feliz! Para praticar em casa ou na escola! A iniciação nesta disciplina ancestral nunca foi tão fácil e divertida.


Sinopse:
Capacidade de concentração, crescimento saudável, autoconfiança, imaginação e serenidade são apenas alguns dos benefícios para as crianças que praticam yoga desde tenra idade! Este livro, desenvolvido em colaboração com a Associação Italiana de Yoga para Crianças, explica passo a passo várias posições inspiradas em animais que as crianças adoram. A iniciação...
Capacidade de concentração, crescimento saudável, autoconfiança, imaginação e serenidade são apenas alguns dos benefícios para as crianças que praticam yoga desde tenra idade!
Este livro, desenvolvido em colaboração com a Associação Italiana de Yoga para Crianças, explica passo a passo várias posições inspiradas em animais que as crianças adoram. A iniciação nesta disciplina ancestral nunca foi tão fácil e divertida.
Yoga lúdico uma ocasião fantástica para a interacção entre pais e filhos, professores e alunos… de forma descontraída e divertida. Uma ajuda fácil para a iniciação nesta disciplina ancestral.

yoga é reconhecido como uma práctica ao alcance de todos independentemente da idade. Este é um livro muito prático para quem quer iniciar ou ter o primeiro contacto com o yoga para crianças.
Além de prático, atraente e muito apelativo, tanto para crianças como para adultos, sobre uma actividade cada vez mais practicada em Portugal.

Um livro com ilustrações artísticas e cheias de cor de Anna Láng muito apelativas para os mais jovens.


Idade Recomendada: +7anos


QUE SUSTOOOOOOOOOOOOOO!!!



Ben Sherwood

Ben Sherwood nasceu a 12 de Fevereiro de 1964, nos Estados Unidos da América. 
É o autor do romance “O Espírito do Amor”, que rapidamente conquistou o público, a crítica e alguns dos nomes mais sonantes da literatura actual, entre os quais Nicholas Sparks, Joanne Harris, Adriana Trigiani e James Patterson, que não lhe pouparam elogios. Antes de ingressar no universo das letras, Sherwood destacou-se como jornalista, tendo sido prestigiado com a atribuição de alguns prémios nessa área. 
As suas obras, que invariavelmente se tornam bestsellers, estão traduzidas em quinze línguas.

Este mês de Fevereiro e com o apoio da Editorial Presença, temos um exemplar de "O Diário Secreto de Hendrick Groen aos 83 anos e ¼" de Hendrik Groen
 para oferecer em passatempo aqui na rubrica de Fevereiro




Sinopse:
Hendrik Groen pode estar velho, mas ainda muito longe de estar morto, e espera não ser enterrado tão cedo.
Os seus passeios são cada vez mais curtos porque as pernas começam a dar de si, e as suas idas ao médico são agora mais frequentes do que ele gostaria. Hendrik está velho, mas quem disse que tem de viver confinado ao lar para idosos perto de Amesterdão esperando que a morte chegue? Quando o Ano Novo começa, decide escrever o seu diário...

O Diário Secreto de Hendrick Groen aos 83 anos e ¼ é um romance inspirador que se tornou um fenómeno literário em todo o mundo. Ao chegar à última página, será difícil ao leitor, de qualquer idade, despedir-se de um personagem tão encantador e divertido.


Regras da rubrica:
A cada participante é atribuído um ou vários números dependendo do nº de segundas que participam. Por exemplo, se um participante comentar nas 4 segundas, é atribuído a este participante 4 números, se participar apenas numa segunda, só será atribuído um nº.
São os números que vão a sorteio.
O vencedor, será anunciado sempre na segunda-feira do mês seguinte. 
Os participantes têm de estar atentos, para que depois possam enviar a sua morada para o mail do viajar. Se não o fizerem no prazo máximo de um mês, deixam de ter direito ao livro ganho.
O envio dos livros é feito apenas para Portugal Continental e Ilhas.

Por cá estamos a ler...

E vocês, o que andam a ler??


Infelizmente mais uma vez a vencedora deste passatempo não nos contactou, sendo assim fizemos um novo sorteio entre os participantes.

A Vencedora do Passatempo éééééééééééééé

Susana Sousa

(fica a foto do comentário e a do seu perfil)




Susana, tens a partir de hoje, 30 dias para enviares os teus dados para o mail do blogue
ligialeituras@gmail.com 


Parabéns e continuação de boas leituras!
Afinal este passatempo foi muito fácil, porque todos os participantes acertaram.
Mas vamos ao que realmente interessa...

Parabéns Fernanda Costa.
(Aqui está a foto que a Fernanda nos enviou, com o "nosso" querido Vasco a espalhar magia em mais uma prova de atletismo)


Este passatempo foi realizado com o apoio do CLUBE DO AUTOR.

O exemplar oferecido é este:



Weekend

READING TIME
*
Fim de semana...
Bom para descansar, carregar energias, organizar...
e claro
LER!!!


*Imagem retirada daqui
A história de pessoas que tentam apagar o seu passado...


Finalista Prémio da Academia sueca de Escritores de crime
(como melhor romance policial sueco).


Sinopse:
 Quando o alarme de uma casa dispara em Värmdö, uma ilha do arquipélago de Estocolmo, um guarda acode, temendo uma invasão. Mas o que encontra está longe de ser comum: um corpo não identificável, brutalmente assassinado. Para complicar ainda mais as coisas, depara-se com um jovem ferido perto da cena do crime — um homem que a Polícia considerará o principal suspeito.
Emelie Jansson, uma jovem e prometedora advogada, recém-admitida numa conhecida firma de advogados, assume o caso do jovem, apesar da discordância do seu chefe. A apoiá-la está Teddy, um ex-presidiário que tenta permanecer no lado certo da lei, trabalhando como investigador para a firma de advogados. Mas Teddy tem os seus próprios problemas — nomeadamente, o seu rebelde sobrinho, que está prestes a seguir os passos criminosos do tio.
Quem é a vítima do assassinato e quem é o assassino? E por que é que todos os caminhos parecem conduzir a Mats Emanuelsson, um homem que Teddy sequestrou em tempos? Enquanto Emelie investiga, Teddy deve confrontar-se com o passado e salvar o sobrinho de um destino problemático. Rapidamente, os três ficam presos num jogo arriscado que ameaça desfazer as suas vidas.


 Sobre o livro:
«Finalmente um thriller épico europeu à altura dos livros de Stieg Larson…»
James Ellroy

«Veloz e cheio de acção, este thriller obscuro e duro é ideal para aqueles que gostam de histórias de mistério viscerais.»
Library Journal

«Com destacadas frases de cortar a respiração, combinadas com um ritmo rápido e elegante, ao estilo da prosa crua e delicada de James Ellroy, Lapidus oferece uma intriga que o manterá colado às páginas.»
Politiken 


Autor:
Jens Lapidus, brilhante advogado criminalista em Estocolmo, serve-se da sua experiência profissional, que lhe oferece uma visão privilegiada, para escrever as histórias cruas e realistas que estão a conquistar o mundo. Autor comparado com James Ellroy pela crueza e realismo da sua prosa, os seus thrillers são aclamados pela crítica e pelo público nos mais de 20 países onde é publicado. Algumas das suas obras foram adaptadas para o cinema e os direitos de “Apagar Estocolmo” já foram também vendidos para o cinema.


Sinopse:
Numa manhã soalheira no mês de maio de 1939, um grupo de cerca de oitocentas mulheres foi conduzido em marcha forçada pelos bosques até um local a noventa quilómetros a norte de Berlim. O seu destino era Ravensbrück, um campo de concentração concebido só para mulheres por Heinrich Himmler, o líder da SS e principal arquiteto do genocídio nazi. Durante décadas, a história de Ravensbrück permaneceu oculta atrás da Cortina de Ferro, e ainda hoje continua a ser pouco conhecida. Sarah Helm, num meticuloso trabalho de pesquisa e recolha de informação até então perdida ou de difícil acesso, abre-nos finalmente as portas deste lugar sombrio. Através de testemunhos descobertos após a Guerra Fria e de entrevistas com sobreviventes que nunca antes tinham partilhado a sua experiência, a autora dá-nos a conhecer, além dos horrores mais impensáveis praticados pelo regime nazi, vários exemplos notáveis da incrível tenacidade do espírito humano.


Opinião:
Já perdi a conta do número de livros que li sobre a segunda Guerra Mundial e o Holocausto. Pensava eu que até estava mais ou menos bem informada sobre este tema (tema este que me deixava sempre muito impressionada e horrorizada), até ao dia que peguei neste livro… “Se Isto é Uma Mulher” não se trata de mais um romance… trata-se de um trabalho de pesquisa e recolha de informação, onde a autora nos dá a conhecer ainda mais horrores praticados no regime nazi e onde numa corrida contra o tempo reuniu os testemunhos de algumas sobreviventes.
Sobre este tema, foi a obra em que mais impressionada e revoltada fiquei, aconselho vivamente a sua leitura. Vários factos aqui descritos deixaram-me de tal maneira horrorizada e impressionada que por vezes tive pesadelos… vão achar que me impressiono facilmente… não digo que não… mas peguem neste livro, leiam-no e no fim, digam-me o que sentiram…
Vou transcrever várias partes do livro, para de uma forma muito sucinta saberem um pouco mais do que se trata este livro, preparem-se porque esta opinião vai ser muito extensa, mas garanto-vos que não se vão arrepender.

A intenção inicial da autora, era contar a história de Ravensbrück (um campo de concentração concebido só para mulheres) através da voz das próprias mulheres, por isso a primeira tarefa da autora foi encontrar as últimas mulheres sobreviventes.

“Ravensbrück foi o único campo de concentração construído especificamente para mulheres. O campo tomou o nome da pequena vila adjacente à cidade de Fürstenberg e situa-se a cerca de oitenta quilómetros a norte de Berlim, junto à estrada para Rostock, na costa báltica da Alemanha.
As mulheres que chegavam à noite julgavam por vezes estar perto da costa, porque sentiam o sal no vento; por vezes, sentiam também areia debaixo dos pés. Quando amanhecia, viam que o campo tinha sido construído na margem de um lago e que estava rodeado por uma floresta. Himmler gostava que os seus campos de concentração se localizassem em zonas de beleza natural e que, de preferência, não estivessem ao alcance da vista. Atualmente, o campo de concentração continua a não estar ao alcance da vista; os crimes horrendos ali perpetrados e a coragem das suas vítimas permanecem ainda, em grande medida, desconhecidos.”

 “Nos anos 1950, com o início da Guerra Fria, Ravensbrück ficou por trás da Cortina de Ferro, que dividiu as sobreviventes — do Leste e do Ocidente — e separou a história do campo de concentração em duas partes.
Fora da vista do Ocidente, o local tornou-se um santuário das heroínas comunistas do campo de concentração, sendo os seus nomes dados a ruas e a escolas por toda a Alemanha de Leste.
Entretanto, no Ocidente, Ravensbrück literalmente desapareceu de vista. As sobreviventes do Ocidente, os historiadores e os jornalistas nem sequer podiam aproximar-se do local. Nos seus países de origem, as ex-prisioneiras deparavam com dificuldades para verem as suas histórias publicadas. O acesso às provas era difícil. As transcrições dos julgamentos de Hamburgo tinham sido classificadas como «secretas» e encerradas trinta anos antes.”

“Ravensbrück entrou em funcionamento em maio de 1939, pouco menos de quatro meses antes da eclosão da guerra, e os Russos libertaram-no seis anos mais tarde — foi um dos últimos campos de concentração a que os Aliados chegaram.”

“No primeiro ano, contava com menos de 2000 prisioneiras, quase todas alemãs. Muitas tinham sido detidas por se oporem a Hitler — comunistas, por exemplo, e testemunhas de Jeová, que chamavam Anticristo a Hitler. Outras foram detidas simplesmente porque os nazis as consideravam seres inferiores e queriam removê-las da sociedade: prostitutas, criminosas, mulheres sem-abrigo e ciganas. Mais tarde, o campo de concentração viria a receber milhares de mulheres capturadas em países ocupados pelos nazis, muitas delas pertencentes à resistência. Para lá, também eram levadas crianças. Uma pequena percentagem das prisioneiras — cerca de dez por cento — era judia, mas o campo não foi formalmente designado como um campo de concentração para judias.”

“Para obter os melhores conselhos sobre câmaras de gás móveis. Em março de 1945, ele e Suhren talvez tenham debatido a melhor maneira de exterminar as mulheres por gás em camiões.”

“Odette Sansom, ainda detida como refém na sua cela no bunker, viu prisioneiras vivas a serem conduzidas para o crematório. «Eu ouvia-as gritar e debater-se e ouvi as portas da fornalha a abrirem-se e a fecharem-se. Depois não voltei a ver as mulheres.»”

Choca-me que se reúnam e partilhem ideias de como matar outro seres humanos… é quase como quando nos encontramos com alguém na rua e combinamos um cafézinho e conversamos as últimas traquinices dos nossos filhos. Algo que para eles é normal, e que não deveria ser, como se fosse normal uma conversa dessas, em vez de ser algo chocante e selvagem. O que é que separava esses seres Humanos de um animal selvagem, que apenas é assim, porque tem o extinto de sobrevivência? Não encontro essa fronteira… e não consigo entender… quanto mais leio sobre esta época, quando penso que estas leituras não vão acrescentar nada de novo ao que já tenho conhecimento, algo diferente fico a saber e o choque é cada vez maior…
Como é que algumas pessoas sabiam o que se passava e faziam de conta que estava tudo bem? Como é que se deixou que se chegasse a esse ponto? Eu sei que agora é fácil julgar, que muitas pessoas não acreditavam que tal crueldade acontecesse… Mas como é que deixaram que tal decorresse por tantos anos? Porque é que certas pessoas se acham perfeitas, e o que para elas é imperfeito tem de ser extinto?
Penso que estas questões nunca terão resposta, porque tais actos não têm resposta, não têm desculpa, não têm qualquer justificação…

“Ao contrário das fases iniciais do extermínio, contudo, esta matança final não tinha «objetivo», porque o projeto de criação de uma raça superior tinha sido abandonado. Por conseguinte, as prisioneiras de Ravensbrück — velhas, jovens, de nacionalidades diferentes, não judias e judias, sem nada a uni-las a não ser o facto de serem mulheres — foram assassinadas para desocupar espaço. A seguir, foram assassinadas porque as suas pernas não eram suficientemente boas para acompanharem a marcha da morte. Na realidade, aqueles extermínios finais aconteceram porque os exterminadores não conseguiam parar. Não se tratou de uma atrocidade marginal: foi no que acabou o horror nazi — com o assassínio em massa de mulheres com a maior bestialidade, sem a desculpa de uma ideologia, por mais obscena que ela fosse, sem qualquer razão.”

“Quando o Exército Vermelho atravessou para a Alemanha, porém, a disciplina dos soldados desmoronou-se. Incitados por gritos de vingança, um milhão de frontiviki [tropas da linha da frente] bêbedos começou a saquear, a assassinar e a violar. «Estão a acontecer coisas horríveis às mulheres alemãs», escreveu Grossman, que mostrava clara repugnância pelas violações, apoiadas por muitos oficiais de alta patente. As tropas violavam as mulheres e voltavam a violá-las. «Um alemão com estudos está a explicar em mau russo que a sua esposa já foi violada por dez homens hoje», escreveu Grossman. Uma mãe que ainda amamentava contou que tinha sido violada num celeiro. «Os parentes dela vieram pedir aos seus atacantes que a deixassem fazer um intervalo, porque o bebé, cheio de fome, estava a chorar o tempo todo.» As tropas soviéticas não violaram só mulheres alemãs. Violaram polacas, francesas e até soviéticas que se atravessassem no caminho dos frontiviki. Essas vítimas eram usualmente jovens trabalhadoras escravas trazidas para ali para trabalharem em quintas e em fábricas alemãs.”

“«Os Alemães nunca violaram as prisioneiras, porque nós éramos porcas russas, mas os nossos próprios soldados violaram-nos. Ficámos indignadas por eles se comportarem assim. Estaline tinha dito que nenhum soldado devia ser feito prisioneiro, por isso eles sentiam que podiam tratar-nos como lixo.»”

“Nos anos do pós-guerra, os principais historiadores pouco fizeram para investigar pormenorizadamente as histórias dos campos de concentração, preferindo teorizar sobre a liderança nazi e a sua subida ao poder em vez de contar o que acontecera no terreno. O campo de concentração para mulheres — sempre numa posição inferior na hierarquia da SS — não tinha qualquer espécie de interesse para os historiadores, particularmente porque não existiam documentos oficiais; a história oral não era digna de confiança. Na sequência do julgamento de Eichmann em 1961, no entanto, surgiu um novo interesse pelos campos de morte judeus e as obras sobre o Holocausto começaram a multiplicar-se. Mas isto, por sua vez, pareceu empurrar para segundo plano os campos de concentração sediados na Alemanha. No final dos anos 1960, certos historiadores em busca de novas narrativas começaram a questionar a existência de câmaras de gás em Ravensbrück. As sobreviventes de Ravensbrück sentiram-se desesperadas.”

“Ravensbrück recebe agora 150 000 visitantes por ano, embora o seu campo irmão de Sachsenhausen, mais perto de Berlim, receba muitos mais — e, por consequência, também mais dinheiro. «Nós estivemos sempre nas margens da história», diz Insa Eschebach, diretora do espaço memorial. Tem havido muitas desculpas para marginalizar este campo: a sua escala era menor do que a de muitos outros; não se encaixava facilmente na narrativa central; os documentos do campo de concentração tinham sido destruídos; estava escondido por trás da Cortina de Ferro; as prisioneiras eram só mulheres. No entanto, é precisamente porque se tratava de um campo de concentração só para mulheres que Ravensbrück deveria ter sacudido a consciência do mundo. Outros campos mostraram o que a humanidade era capaz de fazer aos homens. Os campos de morte judeus mostraram o que a humanidade era capaz de fazer a toda uma raça. Ravensbrück mostrou o que a humanidade era capaz de fazer às mulheres. A natureza e a escala das atrocidades infligidas ali às mulheres nunca antes tinham sido vistas.
Ravensbrück não deveria ter de lutar «nas margens» por uma voz: foi — e é — uma história por direito próprio.
Os nazis cometeram também atrocidades contra mulheres em muitos outros locais: mais de metade dos judeus assassinados nos campos de morte eram mulheres, e perto do fim da guerra as mulheres foram detidas em vários outros campos de concentração. Mas tal como Auschwitz foi a capital do crime contra os judeus, assim também Ravensbrück foi a capital do crime contra as mulheres. Profundamente enraizada na nossa memória coletiva, em todas as obras sobre todos os períodos e sobre todos os países, as atrocidades contra mulheres provocaram sempre o maior horror. Ao tratar o crime que aconteceu aí como marginal, a História comete mais um crime contra as mulheres de Ravensbrück e contra o sexo feminino.”

“Deveríamos sem dúvida «meditar» no que aconteceu em Ravensbrück e também dar a este campo de extermínio de mulheres o nome e o lugar na História que lhe são devidos. Em Nuremberga, Robert H. Jackson disse que a conspiração nazi «definia um objetivo e depois de o atingir partia para um objetivo mais ambicioso». Ravensbrück, que se manteve em funcionamento ao longo de toda a guerra, é um prisma útil através do qual observar a evolução desses objetivos. O campo de concentração ajudou Hitler a atingir alguns objetivos iniciais: a eliminação de «associais», criminosas, ciganas e outras bocas inúteis, incluindo as inaptas para o trabalho; o primeiro grupo dessas mulheres foi exterminado na câmara de gás de Bernburg, uma atrocidade sobre a qual o mundo atual não sabe praticamente nada. Ravensbrück desempenhou igualmente um pequeno papel no «objetivo mais ambicioso» — a aniquilação dos judeus —, fornecendo guardas e Kapos à secção feminina de Auschwitz. Nas semanas finais da guerra, Ravensbrück ocupou um lugar na ribalta, tornando-se o palco do último grande extermínio por gás realizado em campos de concentração nazis antes do fim da guerra.”

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